Mostrar mensagens com a etiqueta philosopher Cake. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta philosopher Cake. Mostrar todas as mensagens

Las mágicas reflexiones de El Pastel filósofo

Muito trabalho ultimamente. STOP. Tempo muito justo. STOP. Até para o Sr. Cactus! STOP. Deixo-vos com uma banda inglesa (Oxford), Foals. STOP. Recomendada! STOP. Pronto hão lançar o seu segundo álbum (a que pertence este tema). STOP. O primeiro chegou ao #3 no UK. STOP. Boa fim de semana. NON STOP.


O Pastel filósofo (philosopher Cake)


Sweet cake! Sweet cake! O Pastel filósofo oferece-vos o novo vídeo-tema da mítica banda neo-iorkina Fun Lovin' Criminals, recentemente estabelecidos em Londres. Delicious!

O Pastel filósofo (philosopher Cake)

Boa noite de sábado ou o que for em cada caso.

Que vivam os dilemas morais, as casacas com cotoveleiras, as bolinhas que sacam os jerseis de lã, a Democracia em maiúsculas com sentido múltiplo, os "émulos" sociais, a peste bubónica colateral subsidiária, a pensão de Emilio Botín, o duplo difusor de Fernando Alonzo, as touradas patrimónicas BIC, os bolis BIC, as barbeadoras descartáveis, os acontecimentos vulcânicos, os cómicos equívocos racistas e a "aleta de tiburón" de Fernando Alonzo... e o vinho!!!

Las mágicas aventuras de El Pastel filósofo

Esta semana não nos acompanha o Sr. Cactus, já que o nosso caro amigo não teve tempo de sair da casa por mor de diversas ocupações. No seu lugar, o Pastel filósofo prestou-se a substitui-lo para evitar deixar deserta a acostumada secção de humor(?) do venres.

Hahaha! A sociedade está de moda! Hahaha! Inspirador e visionário como sempre o brilhante e carismático filósofo...

Aproveito também para receitar-vos a dose habitual de música, momento estelar da semana para quem isto escreve, sobretudo porque normalmente vai conjugado com a presença do Sr. Cactus, hoje ausente por causas de força maior.

Deixo-vos, daquela, com Four Tet ou o que é o mesmo, Kieran Hebden, criador dum projecto nado há mais duma década e que mistura música electrónica, sampleos de jazz, hip-hop, folk etc. O músico inglês vem de publicar precisamente o seu novo trabalho There Is Love In You (que, por certo, estivo presentando em Barcelona... Já podia vir ao Sónar da Corunha, para uma vez que se trai algo inovador a esta cidade ainda que fora case sem querer...) com um par de temas sublimes como Angel Echoes ou This Unfolds, ainda que todo o disco é moi completo.

Desta vez deixo-vos o vídeo do tema My Angel Rocks Back and Fort, do seu disco Rounds (2003) e mais outro do seu novo trabalho, Plastic People, para que vejais se é que há evolução dessa de que tanto gostam de falar os críticos(?).

Boa fim-de semana! Em breve darei-vos novas sobre a "Operação Gondoleiros" que se está a cozer...



EeB espaço ciber-documental

Un novo espazo acaba de aparecer na rede, Eufalo.TV, un proxecto de documental colaborativo sobre a lingua, dende o punto de vista dos/as falantes. É, por tanto, unha historia feita a partir de pequenas historias, un discurso feito con moitos discursos diferentes e variados.

O proxecto conta co traballo da empresa A Navalla Suíza e un equipo de colaboradores formado por Noa García, Manu Mayo, Belén Regueira, Araceli Gonda, Xandra Tedín, Mabel Montes, Mónica Ares e Matías Tarrío, entre outros.

A pesar deste soporte, Eufalo.TV, accesíbel no enderezo http://eufalo.tv é un proxecto que pide a colaboración dos e das internautas para que envíen vídeos onde conten historias ou vivencias, propias ou alleas, sobre a lingua e nosa relación con ela.

(Resenha da CTNL)

Deixo-vos um par de vídeos deste interessante projecto: o que serviu de apresentaçom a este e mais um outro testemunho particular que representa um pouco o "estilo" das gravaçons.


Vídeo promocional


Reyes
(Asturiana. Trabalha de enfermeira no Hospital clínico de Santiago de Compostela desde há dous anos)


O Pastel filósofo (philosopher Cake)



E vamos com algo de creisifuni-music para começarmos a semana com alegria (como dizia a porca aquela).

A película do ano

Ataúlfo Maggia Mintalle (crítico de críticas)

«Siempre que vuelves a casa,
me pillas en la cocina,
embadurnada de harina...
con las manos en la masa»
(Joaquín Sabina & Vainica Doble)

"Acagar" é uma película, como o seu nome indica, que sai dos adentros duma mente visionária.

Através de imagens abraiantes assistimos a toda uma experiência sensorial. Recomendo enormemente a versom em 3D (diálogos, dinheiro, ditirambos), porque com ela é que verdadeiramente se desfruta de todo o que a fita oferece.

Basicamente, foram necessários 500 milhões de euros para contar-nos que a guerra é mala, que a gente (sobretudo os ex-marines) podem mudar (ooooooh! amooooor! acagaaaar!), que um povo com cultura e costumes de seu tem direito a viver em liberdade, que o neo-colonialismo rompe as cousas originais (e a pobre gentinha sofre) e que as medusas voam.

Há quem diz que esta película é uma alegoria sobre os índios americanos e sobre a guerra do Iraque. Assim que eu pergunto-me, inocente: se o Cameron queria fazer uma película de duas horas e meia para pedir desculpas em nome dos EUA por terem fodido os nativos americanos e mais por espoliarem Oriente Médio em prol da "democracia", por que é que ele nom fez uma película sobre os índios americanos ou sobre a guerra do Iraque?

Eu mesmo respondo: porque isso nom é inovador. Para poder passar à história do cinema como um visionário, um precisa das explosões, dos efeitos de luz (ainda que forem ridículos, como as ponlas Billie-Jean-escas das árvores), das computadoras e de seres mítico-magnéticos com quem um possa sentir-se identificado sem chegar a experimentar empatia total, nom vaia ser que nos sintamos culpáveis por "algo" ao irmos ao cinema. Tem que ficar bem claro que a culpa é doutros/as. Nós só queremos ir ao cinema, cuidado!

Daquela é que começam os "como-é-possivelismos":

Como é possível que um ex-marine aleijado seja o fio condutor entre uma tribo de super-seres e uma espécie de macro-corporaçom-naçom e o seu exército (ou ao invés. E é que nom fica demasiado esclarecido se é o exército da naçom ou a naçom do exército) sem mais preparaçom que "wao! como me mola este rolho, tio!"?

Como é possível que esses super-seres, em perfeita comunhom com a Natureza, com um físico privilegiado e capacidades cognitivas superiores, lhe confiem sem apenas reservas o destino do seu povo a um "guerreiro" chegado de "nom sei donde", "demo" e nom sei que mais, como lhe chamam ao chegar?

Como é possível que esse mesmo "guerreiro", num corpo "emprestado" (o ácagar) que supostamente exige meses de prática para o dominar, seja quem de montar um pterodáctilo [petero'daktilo] milenário que só um mítico chefe da tribo conseguira submeter na história dos Manute Bol azulados, falar com a árvore que nunca responde e levar o seu recentemente abraçado povo até a vitória fronte á naçom-exército que lhe paga as pernas novas em menos de três meses de adestramento?

Ademais, as "mensagens" som tam ridiculamente a-subliminais que surpreende a recorrência constante à voz em off, como se a complexidade da película necessitar duma guia para a entender. De feito, acho que se fosse uma fita muda ainda se entenderia melhor.

Cousas chachis: Na versom em 3D, com ver a cena em que o exército do General Atraso derruba a árvore milenária chega e sobra.

Cousas jovar: O mecanismo de defesa dos navis (assim se chamam os/as habitantes de Pandora... alaaaa, que referênciaaaaas!), segundo parece, e a pesar de medirem uns três metros, vem consistindo em bufar como os gatos e pôr cara de cona.
Pintar o aviom com pintura de guerra converte-o num aviom mais rápido ou mais destrutivo?

Cousas putamierda: Como sempre, a dobragem ao espanhol. A sério que fazer falar aos navis com sotaque russo era necessário? (convido-vos a ver o trailer em V.O. Voilà! O sotaque desapareceu!)

Valoraçom EeB: 2.5/5 Pako Vásquez

Las mágicas aventuras de Sr. Cactus



O EeB chega aos 500 postes numa data tam especial que nem se sabe que se celebra, com um maravilhoso amor de peto que o envolve todo. E nesta cita nom podia faltar tampouco o nosso amigo O Pastel filósofo, que acompanha o Sr. Cactus desde há algum tempo na incrível tarefa de criar desconcerto (há quem leva anos cobrando por isso). Saúde e «bienaventurados los monaguillos mudos, porque ellos tendrán a Dios siempre detrás, vigilando».

Las mágicas aventuras de Sr. Cactus



Sr. Cactus apresenta: O Pastel filósofo (philosopher Cake) em «50 Aniversário da expressom "A mí me hablas en cristiano"»

O Pastel filósofo (philosopher Cake)

O Pastel filósofo (philosopher Cake)

Designed by Posicionamiento Web | Bloggerized by GosuBlogger