O pastel filósofo
27.11.10 | Etiquetas: Mice Parade, O Pastel filósofo, Old Hat | 0 Comentários
O pastel filósofo
Para este sábado de chuva nada melhor que um bom tema dum dos grupos mais infravalorados e/ou esquecidos, com certeza, do panorama musical espanhol, os galego-madrilenhos Jugoplastika, de nome bem sugeridor para quem somos seguidores do basquetebol europeu desde finais dos anos 90 (mais ou menos desde que temos memória).
30.10.10 | Etiquetas: Jugoplastika, Little Funny Things, O Pastel filósofo | 1 Comentários
Las mágicas reflexiones de El Pastel filósofo
30.4.10 | Etiquetas: Foals, O Pastel filósofo, philosopher Cake, Spanish Sahara | 3 Comentários
O Pastel filósofo (philosopher Cake)
17.3.10 | Etiquetas: Classic Fantastic, Fun Lovin' Criminals, O Pastel filósofo, philosopher Cake | 3 Comentários
O Pastel filósofo (philosopher Cake)
Que vivam os dilemas morais, as casacas com cotoveleiras, as bolinhas que sacam os jerseis de lã, a Democracia em maiúsculas com sentido múltiplo, os "émulos" sociais, a peste bubónica colateral subsidiária, a pensão de Emilio Botín, o duplo difusor de Fernando Alonzo, as touradas patrimónicas BIC, os bolis BIC, as barbeadoras descartáveis, os acontecimentos vulcânicos, os cómicos equívocos racistas e a "aleta de tiburón" de Fernando Alonzo... e o vinho!!!
6.3.10 | Etiquetas: Animal Collective, Brothersport, O Pastel filósofo, philosopher Cake | 2 Comentários
Las mágicas aventuras de El Pastel filósofo
Aproveito também para receitar-vos a dose habitual de música, momento estelar da semana para quem isto escreve, sobretudo porque normalmente vai conjugado com a presença do Sr. Cactus, hoje ausente por causas de força maior.
Deixo-vos, daquela, com Four Tet ou o que é o mesmo, Kieran Hebden, criador dum projecto nado há mais duma década e que mistura música electrónica, sampleos de jazz, hip-hop, folk etc. O músico inglês vem de publicar precisamente o seu novo trabalho There Is Love In You (que, por certo, estivo presentando em Barcelona... Já podia vir ao Sónar da Corunha, para uma vez que se trai algo inovador a esta cidade ainda que fora case sem querer...) com um par de temas sublimes como Angel Echoes ou This Unfolds, ainda que todo o disco é moi completo.
Desta vez deixo-vos o vídeo do tema My Angel Rocks Back and Fort, do seu disco Rounds (2003) e mais outro do seu novo trabalho, Plastic People, para que vejais se é que há evolução dessa de que tanto gostam de falar os críticos(?).
5.2.10 | Etiquetas: esperanto, Four Tet, Kieran Hebden, O Pastel filósofo, philosopher Cake, reflexiones | 0 Comentários
EeB espaço ciber-documental
O proxecto conta co traballo da empresa A Navalla Suíza e un equipo de colaboradores formado por Noa García, Manu Mayo, Belén Regueira, Araceli Gonda, Xandra Tedín, Mabel Montes, Mónica Ares e Matías Tarrío, entre outros.
A pesar deste soporte, Eufalo.TV, accesíbel no enderezo http://eufalo.tv é un proxecto que pide a colaboración dos e das internautas para que envíen vídeos onde conten historias ou vivencias, propias ou alleas, sobre a lingua e nosa relación con ela.
(Resenha da CTNL)
(Asturiana. Trabalha de enfermeira no Hospital clínico de Santiago de Compostela desde há dous anos)
27.1.10 | Etiquetas: documentário, Eu falo, O Pastel filósofo, philosopher Cake | 0 Comentários
Mundo gatuno
Mençom especial à 01:22, quando o técnico em despejamento de refugalhos nucleares tenta afastar? a uma das slutties ao tempo que aparece o engraçado titular: «Os intentos iniciais de dissipar a "vertedura" com mangueiras só conseguiu volver mais fortes as putilhas»
A sensaçom de brincadeira ainda se acrescenta mais quando, em 01:47 aparece o comunicado público da filial da MTV, a VH1 (canle responsável do transporte das petardas a um programa de TV) assegurando que: «As zorras entretenhem muito mas som extremamente perigosas, especialmente as zorras de grande qualidade usadas pela VH1».
Que opinará o Pastel filósofo de tudo isto?
21.1.10 | Etiquetas: O Pastel filósofo, peterismo, sluts, VH1, zorritas | 0 Comentários
A película do ano
Ataúlfo Maggia Mintalle (crítico de críticas)
«Siempre que vuelves a casa,
me pillas en la cocina,
embadurnada de harina...
con las manos en la masa»
(Joaquín Sabina & Vainica Doble)
Através de imagens abraiantes assistimos a toda uma experiência sensorial. Recomendo enormemente a versom em 3D (diálogos, dinheiro, ditirambos), porque com ela é que verdadeiramente se desfruta de todo o que a fita oferece.
Basicamente, foram necessários 500 milhões de euros para contar-nos que a guerra é mala, que a gente (sobretudo os ex-marines) podem mudar (ooooooh! amooooor! acagaaaar!), que um povo com cultura e costumes de seu tem direito a viver em liberdade, que o neo-colonialismo rompe as cousas originais (e a pobre gentinha sofre) e que as medusas voam.
Há quem diz que esta película é uma alegoria sobre os índios americanos e sobre a guerra do Iraque. Assim que eu pergunto-me, inocente: se o Cameron queria fazer uma película de duas horas e meia para pedir desculpas em nome dos EUA por terem fodido os nativos americanos e mais por espoliarem Oriente Médio em prol da "democracia", por que é que ele nom fez uma película sobre os índios americanos ou sobre a guerra do Iraque?
Eu mesmo respondo: porque isso nom é inovador. Para poder passar à história do cinema como um visionário, um precisa das explosões, dos efeitos de luz (ainda que forem ridículos, como as ponlas Billie-Jean-escas das árvores), das computadoras e de seres mítico-magnéticos com quem um possa sentir-se identificado sem chegar a experimentar empatia total, nom vaia ser que nos sintamos culpáveis por "algo" ao irmos ao cinema. Tem que ficar bem claro que a culpa é doutros/as. Nós só queremos ir ao cinema, cuidado!
Daquela é que começam os "como-é-possivelismos":
Como é possível que um ex-marine aleijado seja o fio condutor entre uma tribo de super-seres e uma espécie de macro-corporaçom-naçom e o seu exército (ou ao invés. E é que nom fica demasiado esclarecido se é o exército da naçom ou a naçom do exército) sem mais preparaçom que "wao! como me mola este rolho, tio!"?
Como é possível que esses super-seres, em perfeita comunhom com a Natureza, com um físico privilegiado e capacidades cognitivas superiores, lhe confiem sem apenas reservas o destino do seu povo a um "guerreiro" chegado de "nom sei donde", "demo" e nom sei que mais, como lhe chamam ao chegar?
Como é possível que esse mesmo "guerreiro", num corpo "emprestado" (o ácagar) que supostamente exige meses de prática para o dominar, seja quem de montar um pterodáctilo [petero'daktilo] milenário que só um mítico chefe da tribo conseguira submeter na história dos Manute Bol azulados, falar com a árvore que nunca responde e levar o seu recentemente abraçado povo até a vitória fronte á naçom-exército que lhe paga as pernas novas em menos de três meses de adestramento?
Ademais, as "mensagens" som tam ridiculamente a-subliminais que surpreende a recorrência constante à voz em off, como se a complexidade da película necessitar duma guia para a entender. De feito, acho que se fosse uma fita muda ainda se entenderia melhor.
Cousas chachis: Na versom em 3D, com ver a cena em que o exército do General Atraso derruba a árvore milenária chega e sobra.
Cousas jovar: O mecanismo de defesa dos navis (assim se chamam os/as habitantes de Pandora... alaaaa, que referênciaaaaas!), segundo parece, e a pesar de medirem uns três metros, vem consistindo em bufar como os gatos e pôr cara de cona.
Pintar o aviom com pintura de guerra converte-o num aviom mais rápido ou mais destrutivo?
Cousas putamierda: Como sempre, a dobragem ao espanhol. A sério que fazer falar aos navis com sotaque russo era necessário? (convido-vos a ver o trailer em V.O. Voilà! O sotaque desapareceu!)
Valoraçom EeB: 2.5/5 Pako Vásquez
30.12.09 | Etiquetas: Acagar, Avatar, O Pastel filósofo, philosopher Cake | 2 Comentários
