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Mamentos mosicales

Como vai, nenos e nenas do mundo freak que ledes, não por acaso, este blogue tolo-realístico-yeah-right!

Hoje tenho de vos dar notícia dum disco que, à fim (e depois de vários meses alimentando-me da sempre bem vinda, ainda que algo escassa, barrinha energética dos clássicos) véu romper a monotonia musical que me embargava desde a tímida descoberta dalguma banda como Bear Attack, de que já vos falei no seu momento.

Graças ao MEV, onte chegou aos meus domínios auditivos e computacionais, o disco debute dos ingleses, nomeadamente de Swansea, White Noise Sound, uma puta burrada mostra inteligente e hiperativa de música experimental, shoegaze e o que vós quiserdes. Uma experiência necessária e estimulante ouh-yeah-style.

O vídeo que vos colo aqui aproxima-os bastante de A Place To Bury Strangers, mas o disco, em global, bebe de muitas fontes diversas. De facto, é um dos poucos cortes noisy-rock do disco, onde sobranceiam a energia psicodélico-mágica de Fires In The Still Sea ou Blood (Reprise), os clímax de There Is No Tomorrow e Don´t Wait For Me ou os pletóricos crescendos de (In Both) Dreams and Ecstasies ou No Place To Hide.

Podeis descarregar o disco nestas ligações: aqui e aqui. Deixo-vos com o vídeo, não sem antes recomendar-vos outra boa banda: Hitabaldaäs, quarta "operação" em que invisto os meus dinheiros nos últimos milepicoanos (logo de Layabouts, Norma e The Constellation Branch). Também vos recomendo o último disco de Codes In The Clouds, As The Spirit Wanes, para os fãs de Mogwai, Explosions In The Sky, God Is An Astronaut ou The Appleseed Cast.

Não tenho medo de Monchito a.k.a. Mamoncín, por certo, já que nem os WNS nem os CITC vivem do chiringuito ideológico-paramusical da SGAE, assim que se alguém me quer fechar o blogue que se pressente na minha casa um senhor de bigote com um bilhete de identidade do FBI e miramos a ver.


Novidades

Depois de meses sem um miligramo de tempo, venho de atualizar ligeiramente o blogue nalgumas pequenas cousas (eliminação de imagens e listagens para reduzir o tempo de carregamento, reordenamento de widgets), além de configurar o reprodutor musical para que já não reproduza automaticamente a música, mas com um clique. Por certo, também reorganizei a listagem de temas, eliminei alguns e inclui outros novos (mas não todos são atuais, que conste) e alterei case insignificativamente as cores do reprodutor.

Entre os grupos representados na seleção musical, um pouco o de sempre, se calhar com algo menos de indie-pop, que, como todo, acaba por cansar. Podeis escoitar alguma das minhas bandas favoritas e imprescindíveis (não há outra): Sigur Rós, Coldplay, Jonsi, A Place To Bury Srangers, A Perfect Circle, The American Dollar, Norma ou Nueva Vulcano, do lado dalgumas poucas novidades como os surpreendentes Bear Attack (estou que não mexo com estes valencianos. Recomendo-vos encarecidamente que descarregueis completamente de balde o seu disco debute, A Drama In Low Definition), o mestre Charly García, os enigmáticos Trisfe ou os aclamados Interpol, ademais doutra gente mais habitual, enquanto agrego alguma outra cousa quando tiver um chisco mais de tempo (?).

E pouco mais, a não ser uma cousa. Já que está de moda ser, estar e parecer subnormal e acreditar em cousas atrasadas, presumir de fazer gilipolheces e desvalorizar o pensamento, aproveito para vos colar um divertido vídeo-paródia sobre essa interessante e idiota pseudociência que é a homeopatia, tão amiga nos últimos tempos de reunir sob a sua cálida e mágica asa todo o tipo de gente com quartos e desconexões neuronais severas.

Um prazer viver entre a subnormalidade mais profunda, nenos/as.



Fim do comunicado.

Momentos mágicos

Qué es música?
Dices mientras jodes mi tranquilidad con esa voz espantosa.
Qué es música? Y aún sigues en tus trece?
Música... ES OTRA COSA!

PD: Joder, yadeunavez!
(e outro dia falamos sobre o misterioso «carácter latino»)

Ei, tu! Proto-zoo...

Aaaaah... música. Difícil (?) descrição para um termo tão frequentemente usado. Há pouco que se celebrou precisamente o Dia Mundial da Música o qual, a pesar de ter sido concebido como um encontro de músicos anónimos e afeiçoados, costuma ser campo de apropriação das grandes multinacionais desejosas de colocar os seus artistas em primeiro plano. No Estado espanhol, com o pretexto de que «La música vive su gran fiesta con las actuaciones de los artistas emergentes más destacados del rock independiente nacional y europeo», a empresa cervejeira Heineken levou a Madrid (claro), artistas como Señor Chinarro, Nacho Vegas, Hola a toda el mundo (artistas destacados?), Christina Rosenvinge (sim, a de Álex e Cristina, segundo parece agora "mola"), Polock (outro subproduto sem alma da indústria musical espanhola) e assim mais ou menos os habituais artistas do independente mundo globalizado do já, tristemente, exclusivista e imperecedoiro indie-pop nacional (e algum mais do também tristemente hiperfiltrado indie-pop europeu, como The XX).

Não há mais que botar-lhe um olho aos cartazes dos festivais de verão que proliferam por toda a parte desde há um par de anos para comprovar que as pantalonas estreitas, os penteados ideológicos de chachi-franja (t.c.c. flequillo) e as lentes-pasta são já inescusavelmente o prelúdio dum concerto onde possivelmente Russian Red, Lori Meyers, Tulsa, Sidonie, Klaus & Kinski, Supersubmarina, Francisco Nixon, The New Raemon e assim um desesperante e longuíssimo et caetera, debulharão os seus atribulados sentimentos de incomparável imensidão sobre o amor perdido, o amor conseguido (porém, sempre com um toque de tristura indelével. Sempre mal, sempre.) e não sei que merda de mágico-fraternidade entre as gentes trás um "buen porrito, que siempre le da un toque al asunto".

Menção à parte merecem os triunfadores do freakismo alternativo, essa casta de submúsicos que manifestam não terem conhecimentos sobre nada que tenha que ver com o domínio instrumental (nem sequer da botelha de anis com culher) e aí estão, deitando desvergonha nos cenários de meio Estado espanhol. Refiro-me aos Franc3s, Ultrazorras e assim por aí todos esses representantes do atual desastre pós-modernista que bem se pode resumir na frase "seré diferente como sea, incluso dando puta pena". Um mundo de alternativos de salão cuja única moda é a contra-moda e o pensamento vazio (default thinking). Bravo nen@s!

Há quem pensa que tudo isso é música, e que há que a respeitar. Mas, que é o respeito? Aturar que ano trás ano os concelhos programem atuações repetidas até o extremo de Bisbal, Alejandro Sanz, Shakira e todos esses filhos de puta que trabalham um mês ao ano (com sorte) e que se dedicam a nos dar lições sobre a pirataria, a dignidade e outras mentiras construídas para "el perdón de los pecados"? É respeito acaso dizer: "não gosto de Russian Red, mas respeito quem gostar dela". É isto respeito ou é cinismo? Não se mostra muito mais respeito por um fã de Chenoa, por citar um dos múltiplos casos possíveis, dizendo-lhe que ela "é uma tipa sem conhecimento musical nenhum, que canta o que lhe mandam, que não tem poder de decisão para dirigir a sua carreira devido à sua própria incapacidade como artista (?) e que tudo o que ela faz é plano, superficial e carente de qualidade". Não poderia propiciar isso uma reação na outra pessoa? Por mais que for só num 1% das pessoas, não pagaria a pena a sinceridade sem esperar compreensão, por simples altruísmo?

Eu, desde aqui, manifesto a minha reclamação para que nos não usurpem o direito a respeitar criticamente. Acho que hoje em dia "respeitar" é mal entendido como "não manifestar-se", de aí que a gente com discurso Playhouse Disney pense que como tu não te pronuncias assentes e respeitas. E uma funda de nabo! Eu me não pronuncio porque plantar leitugas no deserto é tempo perdido, mas se me preguntarem por que é que não gosto dos feijões com manteiga de amendoins e sumo de maracujá eu vou responder. E vou responder com respeito, isto é, com a minha visão da realidade, para não distorcer o debate partindo duma posição cómoda em que o que vê não conta (ou conta o que pensa que a outra pessoa quer ouvir) e quem não vê conta a história toda. E logo já veremos como é que enquadramos a empatia em tudo isso...

E vamos, que logo de toda esta auto-afirmação algo de conclusão tem de haver, não é? E a melhor conclusão vem sendo um bom exemplo: The Cinematic Orchestra foram os encarregados de selecionar e misturar uma nova edição da série de compilações Late Night Tales, saída o passado mês de Abril e que podeis escoitar a seguir. Uma hora de verdadeira música. E eu, com todo o meu respeito, vou dizer-te: se não gostares, fode-te porque é problema teu, não da música.

Saúde!

Late Night Tales (Mixed By The Cinematic Orchestra) by comiK.O.

Tracklist aqui.

Agenda musical (actualizada!)

Bem sei que há múltiplas páginas e espaços na rede onde tenhem cabida os concertos mais interessanterrimamente chupidistintos do panorama musical galego e estatal, assim que como é óbvio, nom é esta a pretensom deste poste-agenda. Qual é que é, daquela? perguntareis-vos curioseiramente...

Pois a resposta é simples abondo: quem quer apontar-se com quem isto escreve? Aaaaai! Quanto/a lampantim/a anda solto/a que nem procurar a informaçom quer...

Vamos ver:

MARÇO

Joves 12 (Santiago Distrito Comanche, sala Capitol): Catpeople + Holywater
Estilo: indie/rock/pop
Preço: 12 ouros (€)
Informaçom e compra: www.laboleteria.es, sala Capitol

Mércores 18 (Crunia, Fac. de Informática -Campus de Elvinha-): Twenty Fighters + Holywater + Som do Galpom + Septiembre
Estilo: universitarismo/juvenil/indie/powerpop/hardcore/funky/rap
Preço: entrada livre
Informaçom: www.sanpepe.org

Venres 20 (Crunia, Playa Club): Half Foot Outside + Jugoplastika
Estilo: indie/rock/alternativa/garage
Preço: 8 ouros (€) antecipada (10 € em bilheteria)
Informaçom e compra: www.playaclub.net

ABRIL

Venres 3 (Madrid, Palacio de los deportes): Franz Ferdinand + Mando Diao + Kissogram
Estilo: indie/rock/pop/electrónica/new wave
Preço: 35 ouros (€) + gastos disfarçados de gestom (40 € em total)
Informaçom e compra: bilhetes esgotados em Madrid! (prova na revenda, na compra directa em bilheteria ou nos concertos de Bilbo ou Granada)

Venres 3 (Santiago Distrito Comanche, sala Capitol): 6pm + Niño y Pistola
Estilo: electrónica/indie/pop/acústica
Preço: sem confirmar
Informaçom e compra: sem confirmar (nom perderia este concerto de nom ser porque já tenho os bilhetes para o mini-festival de Madrid. De todas as maneiras os lucenses 6pm repetem junto a The Soulbreaker Company, The Secret Society e Joe Crepúsculo no Campus Rock da Crunia o venres 24 de Abril).

Sábado 18 (Crunia, sede Fundaçom Caixa Galiza): The Wave Pictures
Estilo: pop/indie/folk
Preço: nom disponhível (a página da FCG nom especifica se os bilhetes estam esgotados ou se ainda nom estam à venda)
Informaçom e compra: FCG (Ciclo Vangardas Sonoras)

MAIO

Venres 1 e sábado 2 (Vilagarcia de Arousa, Recinto Exterior FEXDEGA): Festival do Norte
Estilo: gafapastismo/indie/pop
Preço: 20,50 ouros (€) até o 15 de Março (Novo preço: 25,50 € -30 € em bilheteria.- Entrada para só um dia: 17 ouros (€) antecipada e 21 ouros (€) em bilheteria)
Informaçom e compra: www.festivaldonorte.com

*Los Planetas suspendem a actuaçom no Festival do Norte. Podes ler o comunicado oficial da sua discográfica nesta ligaçom (moito "canuto" é o que há parece-me a mim). A organizaçom do festival decidiu a devoluçom dos quartos até o venres 27 de Março, algo lógico considerando que os granadinos eram a banda mais potente do cartel.

Joves 14, venres 15 e sábado 16 (Brighton, UK): The Great Escape
Estilo: indie/pop/rock
Preço: 54,95 £ (algo menos de 60 €)
Informaçom e compra: The Great Escape & The Great Escape Myspace

OUTROS CONCERTOS DE INTERESSE

Joves 30 de Abril (Santiago Distrito Comanche, sala Nasa): Aphonnic + Pülsar + Twenty Fighters
Informaçom: www.desconcierto.com

Sábado 30 de Maio (Vigo, sala Breogain): Pülsar
Informaçom: www.desconcierto.com

[Todos os concertos de Pülsar na gira de apresentaçom do seu próximo disco «Música para animales» no seu renovado myspace]

Venres 4 de Setembro (Barcelona, Estadi Olímpic): Coldplay + banda convidada
Informaçom e compra: www.gamerco.com (só ficam à venda os bilhetes entre 45 e 50 ouros)

NOTA: Esta agenda actualizara-se (ou nom) conforme avancem as semanas ou retroceda o tempo. Porque... o tempo vai cara adiante ou cara a atrás?

Saúde e pitos de mono... hijosdeputatodos.

A derrota só está no teu cérebro

Just because I'm losing
Doesn't mean I'm lost
Doesn't mean I'll stop
Doesn't mean I'm in a cross

Just because I'm hurting
Doesn't mean I'm hurt
Doesn't mean I didn't get what I deserve
No better and no worse

I just got lost
Every river that I've tried to cross
And every door I ever tried was locked
Ooh-Oh, And I'm just waiting till the shine wears off...

You might be a big fish
In a little pond
Doesn't mean you've won
'Cause along may come
A bigger one

And you'll be lost
Every river that you try to cross
Every gun you ever held went off
Ooh-Oh, And I'm just waiting till the firing stops
Ooh-Oh, And I'm just waiting till the shine wears off
Ooh-Oh, And I'm just waiting till the shine wears off
Ooh-Oh, And I'm just waiting till the shine wears off...

Boa fim-de-semana a tod@s!

EeB espaço musical


O 24 de Novembro é o dia escolhido polos ingleses Coldplay para oferecer-nos (primeiro em UK) o seu novo trabalho: Prospekt's March, um EP que complementa o seu último disco "Viva la vida...". A imagem para este lançamento também tem a ver com a do seu "irmão maior", uma pintura de Eugene Delacroix, neste caso "A Batalha de Poitiers".

Velaqui a listagem de canções que apresentará o dito EP:

1.- Life in Technicolor II
2.- Postcards from Far Away
3.- Glass of Water
4.- Rainy Day
5.- Prospekt´s March / Poppyfields
6.- Lost+ (con Jay-Z)
7.- Lovers in Japan (Osaka Sun Mix)
8.- Now My Feet Won´t Touch The Ground

Há uns poucos meses começou a comentar-se a possibilidade de que os britânicos editassem um novo disco (que finalmente vem a ser este EP) já que queriam dar por finalizadas as exigências contratuais com a sua actual discográfica, para o qual tinham de tirar ainda um trabalho. Isso deu com que moitos dos que gostamos da banda pensássemos que a qualidade deste trabalho poderia ser quando menos discutível (tomade! ai tendes a vossa merda o disco). Falava-se incluso de que os rapazes de Londres andavam a colaborar com Kylie Minogue (cousa que foi certa, mas o tema que gravarom conjuntamente, Lhuna, semelha que ao final nom vai ser editado). Assim que as circunstâncias que envolviam esse suposto novo disco eram algo contraditórias e escuras...

Pois bem, na gira de apresentaçom de "Viva la vida" que ainda estam a fazer por Europa já venhem de estrear oficiosamente uma das novas canções: "Glass of water". Julgade vós próprios/as, mas eu em princípio fico tranquilo.



Saúde... e música!!!

EeB espaço musical

Vai-se fechando o verão e, agás surpresa inesperada, o tempo de lezer há começar a escassear pronto. A "penúltima" oportunidade de escoitar boa música na nossa terra vai ser o Lolapop de Ponte Caldelas (Pontevedra).

Amanhã, despois de escutar os míticos "miscelánicos" Pülsar hoje ao serám na esplanada do pavilhom dos desportos de Riazor, haverá que preparar uma exígua bolsa de pequena-viagem e a tenda de campanha para ir ver uns quantos grupos que, por outra parte, vam conformar o primeiro festival em que, a grandes traços, gosto de todas as bandas principais (umas mais do que outras, decerto). Desfrutemos: barraquinha, praia fluvial, música... Esperemos fechar um outro verão com dignidade e bons desejos para este incipiente mar de outono que já golpeia nos nocelhos.

Saúde!

EeB espaço musical

Só queda uma semana...

A puto fuego... nom? Ou que?

Dicionário dos géneros musicais EeB (e II)

Continuamos a revisar os estilos musicais mais sobranceiros, da mão do Dr. Julio Salinas O'Tool-Makanaky.

Indie (independiente): Un joven zagal entra en una tienda a comprarse unos pantalones ajustados en la pierna y que le aprietan los huevecillos. Los lleva durante 5 meses seguidos hasta que se le resesa la voz de la presión testicular. El resto de amigos porreros de gafas de pasta tocan las guitarras como si estuvieran asustados porque viene alguien.
La voz resesa es el 70% del grupo, el resto son prescindibles. Esta permitido que el público escupa al grupo y/o que sean escupidos por éste.

Jazz (jazz): El único estilo musical respetable. Claro que normalmente son todos negros. ¡Qué putada!


Metal (metal): Un conjunto de chavales enfadados porque siempre está lloviendo o por todo lo contrario decide decirle al mundo eso, que están enfadados, pero que pasan de todo porque pasar está de moda y ellos pasan de pasar si sólo es por pasar. Ellos pasan porque les sale de las bolas, pasan porque son mejores que el resto, incluso mejores que aquellos que a su vez pasan de ellos mismos o quizá de otros.
El caso es que hay que cantar con cara de que estás convencido de que la sociedad te roba dinero. Como se suele decir, las apariencias engañan. Y a los metaleros no los jode nadie, así que pasan de las apariencias... aunque, bueno, mejor pasar de todo con una muñequera negra guapa de 60€ y una gorra dura dura de Volcom (40€).

Pop (popular): Un conjunto de amigos con pánico a las arañas se juntan en un bajo alquilado para comer chicles de cereza con azúcar y quizás rozarse los sexos inocentemente. Comen tantos chicles que se intoxican. Después cantan canciones de amor que riman A-B-B-A (camión, amor, dolor, corazón). Este estilo se denomina popular porque suele gustar a todo el mundo, desde perros hasta deficientes mentales, pasando por gente de derechas y transexuales maquinistas de tren. Lo mejor de ser popero es que hoy puedes adorar las gorras de lunares y mañana puedes odiarlas con todas tus fuerzas, como no tienes personalidad...

-Melodic Pop (pop melódico): Subgénero del pop. Es lo mismo, pero cantado por Melody. Se llama subgénero porque es menos que género. Si el pop es un infragénero de por sí, imaginad el lugar que puede ocupar el pop-melódico. Por cierto, cómo le han crecido las tetas a la niña del "baile del gorila", ¿no? Viva la pubertad, que diría el maricón de Los Morancos.

Punk (música gamberra): Te pintas los ojos, te ponen pantalones más ceñidos que los indiarras y los poperos juntos, te compras una litrona para llevar siempre en la mano (de hecho es mejor pegarla con superglú para no perderla), te pones cosas de rayas, escupes al hablar, al cantar y al andar, robas en las tiendas productos de tercera necesidad, no te lavas y tocas los instrumentos sin quitarles el precio de la tienda aunque luego los rompas. ¡Felicididades! ¡Eres punky!

R&B (Rythm & Blues. Ritmo y azules/tristezas): Si eres negra, estás buenorra, tienes dinero hasta debajo del potorro y crees que tus sentimientos son tan diferentes a los de cualquier otra negra que no puedes parar hasta conseguir que cualquier negro que sepa más que tú de Music-Tool 2.0 te componga una base rítmica ya inventada por otro anteriormente, ligeramente modificada para tu letra infantil de mierda... sólo entonces podrás entender lo que es el R&B. Si no tienes culo abstente porque hay que mostrar "cacha" en todos los vídeos que hagas. Un consejo: cuando hagas el vídeo tienes que abrazarte a algo, una palmera, un coche, una cama, un plato de ducha, un teléfono, una batidora u otro negro, pero por dios apóyate en algo que las negras de R&B tienen el centro de gravedad a la altura de las rodillas.

Rap (ritmo y poesía): Es el único género musical, junto a la música para sordos, que no necesita música. Esto se debe a que la voz es lo más importante de este estilo. Para hacer rap basta con lo siguiente: se coge una cuchara, se sostiene con la boca, se coloca un huevo cocido en la misma sujetándola para que no caiga dicho huevo, se coge el coche, se conduce a 250 km/h hasta ser parado por un policía blanco, se le dispara en el pecho 15 veces porque te ha hecho perder el equilibrio del huevo cocido y finalmente se compone una letra nivel 5º de primaria echándole la culpa de la esclavitud afroamericana a dicho policía y a toda la raza blanca.

Reggae (música normal de harapientos): Estás en Ortigueira. A tu lado un grupo de gente que no vería un bote de champú aunque lo tuviese delante a diez centímetros porque sus cerebros no pueden procesar la realidad "champú" está tocando una especie de tontería con cuerditas que suena a hueco. Si te gusta cómo suena súmale unos negros saltado con disfraces de día de cacería exitoso y tendrás tu propio grupo de reggae.

Reggaeton (reggae tonto): El peor/mejor estilo musical actualmente existente. Se coge todo lo que molesta de todos los géneros: los negros retrasados del soul, las trompetas molestas del house, los bailes ortopédicos de la salsa, las rimas bastardas del hip-hop, las bases hiper-irritantes del dance, la voz analfabeta de los cantantes de pop melódico... se mezcla todo en una batidora llena de mierda y se le mete por el culo a una cebra con esclerosis múltiple. El resultado es... ¡premio!

Rock (balanceo): Hace tiempo el rock molaba. Después llego R.E.M. y se puso a hacer cienes de veces el mismo disco cambiándole el nombre. Ahora el rock apesta.

Rock & Roll (balancear y rodar): Mítico estilo. Lo único que mola es bailarlo. Tiene que ser en pareja. Se hacen saltos pijos y visualmente ridículos hasta que alguien (normalmente la chica) vomita o se queda embarazada. Si coincide que Elvis Presley canta por detrás pues mejor, aunque no es del todo importante.

Salsa (salsa): Un tío con muy mala hostia se levantó un día y, recordando una pesadilla que acababa de tener, exclamó: ¡¡¡JAJAJAJAJAJAJAJAJAJA!!!

Samba (samba): Río de Janeiro (Brasil). 13:00 horas. 38 ºC a la sombra. Pobreza y lagartos corriendo por las fabelas. La ley dice que el primero que pise 5 puede comérselos. El baile tenía que surgir tarde o temprano...

Ska (ska): Demasiado payaso para el circo. Demasiado vago para ser músico profesional. Demasiado inútil para tener un trabajo medianamente bien remunerado. Demasiado subnormal para darte cuenta de que tus letras "sociales" tienen el nivel reivindicativo/contestatario de una película de la MTV. El ska te espera con los brazos abiertos, amigo.

Soul (alma): Los negros, después de mucho trabajo, inventaron al fin un género propio, que sólo ellos entendían y sabían interpretar. Después los blancos se follaron a sus mujeres y se tiraron a sus músicos. Nada es de uno solo por mucho tiempo...


Soundtrack (banda sonora): Si no eres John Williams, Hans Zimmer, James Horner o Kelly Kapowski dedícate a otra cosa porque ya está el cupo cubierto. Históricamente, después de las bandas sonoras de "Apocalypse Now" y "Mary Poppins" la cosa viene decayendo.

Techno (técnológico): ¿Qué pasaría si tu perro muerto cayese desde un ático encima de una caja llena de clavos? Pues que tú habrías sido, muy probablemente, el creador del techno. Hay que estar más rápidos...

Trash Metal (metal de azotar): si a alguien no le gusta tocar un instrumento, ¿por qué se tiene que enfadar con la música?

Trance (trance): Sub-género de música electrónica. La secuencia es siempre la misma, F2 + F1 + F5 + F5 + F9 + calculadora + Supr + F10 + Alt + Del + F6 + F7. A todo eso debe añadírsele la voz de una tía que cante cosas preciosas sobre el arco iris en el cielo (rainbow in the sky) o cosas similares. Tiene que ser en inglés para que parezca que es de verdad y que no es una broma. Si fuese en español serían muchas más risas.

Trip Hop (salto tripeado): Quien consiga cruzar un primate con una cantante country fracasada habrá conseguido a la cantante de trip-hop perfecta. Mientras tanto, que los demás sigan probando a chocar potas a ver si gusta.

Para finalizar, incluimos también una referencia al fenómeno musical mundial del momento, el...

Myspace: Un grupo dice: ¡joder!, ¿molamos poco o molamos mucho? Para resolver tamaña duda deciden meter su música en un espacio de internet para que otros grupos la escuchen. Entonces se produce el genial intercambio: nosotros os decimos que escuchamos vuestra mierda y a cambio os dejamos referencias a temas propios pretendiendo que vosotros sí los escuchéis de verdad. Mientras eso pasa alguien ajeno a ambos grupos se ríe mientras le hacen una mamada. Aún así hay quien cree que con el Myspace se ha logrado por fin un espacio independiente para "un verdadero intercambio de ideas". Ojalá esté cerca el día en que esa gente mande algo porque algunos pretendemos vivir del cuento gracias a ellos.

Até aqui o dicionário dos géneros musicais do Dr. Julio Salinas O'Tool-Makanaky. Esperamos que gostaram!

Dicionário dos géneros musicais EeB

Todo lo que siempre has querido saber sobre el origen y la definición de tus estilos musicales preferidos. Un trabajo impresionante en dos entregas, a cargo del doctor en música Julio Salinas O'Tool-Makanaky. ¡Disfrútalo!:

Alternative (alternativa): Hay que ir de chándal antiguo con playeras destrozadas y pantalones rotos. El cantante tiene que cantar como si tuviera un gato columpiándose en sus huevos y el resto tocan ebrios acompañando sus berridos. Tiene que sonar a esencia de piso de estudiantes sin que moleste. Mola porque se puede escupir en el escenario y se pueden poner fotos de gente vomitando o dibujos de niños pequeños en la portada del disco sin que parezca una mierda... o no.

Acoustic (acústico): Dícese del género musical inventado por una persona alopécica que creía que la mejor manera (y la más rápida) de follar era cantar canciones de otros con una guitarra española, llena de pegatinas de Guns N' Roses, en escala monocorde susurrando al oído de una tía en un atardecer en la playa. Ni que decir tiene que la gente que canta acústicos no ha echado un polvo en su puta vida.

Ambient (ambiente): Niño de papá #1: "Oye, ¿y si el siguiente porro lo fumamos boca abajo mirando al infinito mientras pongo dos cassettes a la vez, una de Luis Cobos y otra de Mecano pasando en fast-forward?. Niño de papá #2: "dios, creo que sería alucinante". Ambos murieron al subírsele la sangre al cerebro y cortársele la crema de yogur mezclada con Rives de Melocotón, pero inventaron la música ambiente. ¡Qué grandes!

Ballad (balada): Un tío sujeta de los huevos a otro, quien debe tener palillos en los párpados, mientras un tercero le pone vídeos de telenovelas colombianas a la vez que una menopáusica en estado hipnótico-regresivo le dice recuerdos al oído. El resultado suele derivar en una balada de éxito.

Blues (azules/tristezas): Un negro recoge algodón en Luisiana. Otro negro, su hermano, es obsequiado con una felación de 1000$ en el despacho oval el día de su 22º cumpleaños. El primer negro está jodido... muy jodido. El blues sale solo, casi como por arte de magia.

Brit Pop (popular británico/gaseosa británica): Un borracho inglés se debate entre si pegarle una vez más a su santa mujer por haberle servido la comida semi-fría o coger la pandereta para interpretar uno de sus temas preferidos de la infancia: "En la granja de Pepito, McDonalds had a farm". Al final decide hacer ambas a la vez. Del conjunto de la pandereta ahostiando las castigadas mejillas de la mujer y los pequeños aullidos desacompasados de ésta nació el brit-pop. Años más tarde Oasis incorporó los saxofones. A las mujeres inglesas no les suele gustar el brit-pop.

Celtic (celta): Ewan McKenzie O'Hara nunca había tocado el arpa aunque sí sabía lo suyo de estampado de camisetas. El verano en el que vendió 2000 camisetas que ponían: "Dios es epiléptico. Ojo a las tormentas", compró su primer instrumento. Su hermana Enya lo mató y se quedó con el negocio. Suerte que ella sí sabía de arpas. Sus siete hermanos siameses se encargaron del resto. Gracias, música celta, por descubrirnos la música de lluvia con violines druídicos. Qué hubiera sido de nosotros, por dios...

Country (país): Un mono con cinturón y sombrero de vaquero se cae encima de un banjo y el resto de la manada se ríe haciendo corro. Con que alguien con cara de necesitar ayuda clínica se siente en un taburete a gritar incongruencias (tienen que ser muy tristes, de amor entre primos o algo así) mientras otra persona o animal se mea en un contrabajo ya está la banda completa. Y que viva el "país"!... ¿no?


Dance (baile):
Una tía con los melones llenos de silicona pide cocaína a cambio de mamadas en los baños de un pub. Mientras se hace uso de sus servicios se le pone un sintetizador de voz en la nariz y se le hace recitar poemas perdedores de concursos infantiles. Después se escogen 7 teclas al azar de un piano Casio de los pequeños y se constituye un bucle (Ctrl + B) mezclando todo. Se pulsa dos veces F5 y varias veces F9 según se quiera una canción más estilo Cher o más estilo Madonna borracha, o sea, Madonna. Se hace un vídeo con un prostituto con camisa blanca en una piscina mientras varias zorras menean el culo en tanga por detrás. El que no quiera bailar que se corte las piernas.

Death Metal (metal de la muerte): Un orondo vendedor de cómics de segunda mano a dos segundos de sufrir un coma etílico grita a su madre desde el baño que no hay más papel mientras come magdalenas y bebe ron Negrita. Los vecinos creen que es un violador loco, aunque lo cierto es que hace años que no se ve la polla. Por las noches llora y hace llamadas perdidas a su novia del instituto gritando obscenidades. Si haces lo mismo... ¡enhorabuena! ¡El Death-Metal es tu estilo!

Disco (discoteca): Igual que el dance pero con canciones ya compuestas por otros, renovadas gracias al uso de F2+F7, incorporando voces de negros por detrás.

Drum & Bass (batería y bajo): Pues eso, mejor que suene la batería en bajo.

Electronic (electrónica): Incorpora lo mejor del dance, la música disco y el house, más F10 y un poco de MDMA.

Folk (pueblo): Una familia de mormones se aburre porque ya han recogido todo el grano, ha sido una gran cosecha y ya han follado tanto entre ellos que no saben qué hacer para matar el tedio. ¡Temblad! La versión gallega estilo Berrogüeto o Luar nas Ubres durará mientras haya dinero para subvenciones en la caja.

Fusion (fusión): Té con azúcar. Es decir, notas para hiperactivos con acordes para maníaco-depresivos. Es imprescidible que todos los instrumentos suenen a su puta bola y es mejor mezclar los estilos más contrapuestos que se pueda, del palo: Electronic-Power Ballad-Muiñeira.

Gothic Rock (rock gótico): Una tía que vive con dos gatos dentro de sus bragas tiene frío en las manos, pero sólo tiene un guante roto por los dedos para ponerse. Su novio, que hizo un curso Disney de solfeo cuando tenía 20 años, al fin decide que está cansado de trabajar transportando bidones de residuos fecales. Los dos se dan un homenaje comiendo un buen plato de residuos antes de que él se despida de su trabajo. Sin lavarse los dientes, ambos se ponen sus mejores jerseys negros de punto y se lanzan a tocar por los parques y a comer palomas. Cuando uno es gótico no le importan los prejuicios sociales. Menos mal, si no la cuota de suicidios crecería exponencialmente.

Grunge (suciedad): Lavarse... no. Fumar porros... sí. Cantar como con tijeras en la garganta... sí. Llevar ropa de sudamericano tiroteado en una lavandería... sí. Follar con condón... no. SIDA... sí.


Hardcore (música dura/fuerte): Uno grita. Todos se pegan como monos. ¿Música?... A ver, no se puede tener todo...


Heavy Metal (metal pesado): En una época en la que se podía ser bisexual, dejarse bigote y llevar melenas lacias, camisas abiertas hasta el ombligo, mallas de colores estridentes, tocar la guitarra "a puto fuego" y cantar como Heidi en un día de regla surgió un estilo que jamás morirá. ¡Adelante, personas de sexo ambiguo del mundo, el heavy os ampara!

Hip-Hop (salta-subnormal): Un grupo de blancos ansiaba convertirse en un grupo de negros. Copiaron su vestimenta, copiaron sus gestos, se inventaron sus propios problemas sociales y, disfrutando de una época de libertad y albedrío nunca antes conocida por el hombre, hablaron sobre la opresión y la decadencia de la sociedad moderna mientras se metían unos tiros de farlopa.
Para entendernos, es como si Nacho Vidal se empezase a dar puñetazos en el pene para pretender vivir del porno.

House (casa): Se coge un ordenador, un programa que tenga el sonido de la trompeta y de la llamada de apareamiento de los tucanes. Se ralentiza una canción dance hasta que sea tan lenta que la música vaya más lenta que la letra. Se pone cocaína en una mesa, se sacan unas tarjetas de crédito y se disfruta de la mejor música para gente con todo el tiempo libre que se haya inventado.

En la próxima entrega: indie, jazz, metal, pop, punk (punk-rock), R&B, rap, reggae, reggaeton, rock, rock & roll, salsa, samba, ska, soundtrack, techno, trash-metal, trance, trip-hop y quizás más...

Gracias al Dr. Julio Salinas O'Tool-Makanaky y... ¡viva la música!

EeB espaço musical

Encanta-me descobrir novos grupos por casualidade. Encanta-me nom escutar nunca os 40. Encanta-me que haja gente fazendo cousas fóra do circuito. Encanta-me que Luis Cobos a.k.a. Luis Robos e Ramoncín a.k.a. Monchito Loestoydejando se fodam tudo quanto seja possível.

Hoje vou-vos apresentar três grupos interessantes.

Vetusta Morla (Madriz) Pop-Rock



Em avril venhem à FNAC da Coruña e também tocarám em Laracha. Concerto apetecível sem dúvida.

6PM (Foz/A Corunha) Electrónica-Alternativa



Um par de focenses com as cousas bem clarinhas... Há um tempo que mos passou um grande amigo meu, assim que aproveito para vo-los dar a conhecer se é que ainda nom tivestes oportunidade de os escutar. Altamente recomendáveis!

Kyte (UK) Electrónica-Ambiente



Na linha dos meus idolatrados Sigur Rós. Prometedores...

Saúde!

PD: Hoje comecei no instituto. Darei-lhes aulas a rapaces e rapazas de 1º da ESO (3 cursos) e a um curso de 2º da ESO. Parece ser que som maus de solenidade no eido académico e que "passam" bastante das matérias. Risos...

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